Quiropraxia na Mooca-SP

Profissão na área da saúde que lida com o diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças de coluna, ossos, articulações e músculos e nervos e os efeitos dessas doenças na saúde em geral.

Não faz uso de medicamentos, nem cirurgias, faz uso de técnicas específicas de manipulação articular vertebral ou ajustes na coluna para corrigir os problemas incluindo orientações de postura e exercícios.

O objetivo é diminuir a dor devolver o movimento para a coluna e articulações e retirar as interferências sobre os nervos e melhorar a saúde em geral.




Cuide da saúde da sua coluna vertebral!!!

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Atendimento na zona leste bairro da Mooca SP

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla



Fonte: http://www.caasp.org.br/


Por Celso Galli Coimbra

 A esclerose múltipla é uma doença autoimunitária que afeta o sistema nervoso central e que, em estágio avançado, incapacita para as atividades mais corriqueiras. Fraqueza muscular, rigidez nas articulações e perda da coordenação motora são alguns dos sintomas. Sua evolução leva a insuficiência respiratória, incontinência ou retenção urinária e até a perda da visão e da audição. Em todo o mundo, 2,5 milhões de pessoas sofrem de esclerose múltipla. No Brasil, há 35 mil casos, segundo a Abem (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla). Link: http://www.abem.org.br/

O tratamento tradicional da esclerose múltipla é feito com o medicamento Interferon e corticosteroides, além de fisioterapia e fonoaudiologia, e os resultados apontam para a redução em 30% das crises da doença. Porém, estudos publicados em revistas científicas internacionais indicam que a chave para o problema é a vitamina D. No Brasil, o maior defensor da inovação terapêutica é o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor da Universidade Federal de São Paulo. “A vitamina D, daqui a alguns anos, será a base do tratamento não só da esclerose múltipla, mas de todas as doenças autoimunitárias”, prevê o especialista.

“Nas células do sistema imunológico, a vitamina D tem a função de produzir o que se chama de tolerância imunológica, ou seja, de impedir que essas células agridam o próprio organismo, que é o que acontece nas doenças autoimunitárias”, explica Coimbra. Nas pessoas com pré-disposição genética para doenças autoimunitárias, a transformação da vitamina D inativa em ativa (hidroxilase) dentro das células do sistema imunológico é lenta, o que favorece o surgimento desse tipo de doença. “Hoje, já se sabe que o risco de esclerose múltipla aumenta quando se têm níveis baixos de vitamina D. O que propomos é a elevação dos níveis de vitamina D ao ponto máximo que não provoque efeitos tóxicos ao organismo. O sucesso do tratamento com vitamina D vem sendo demonstrado e a única dúvida que resta é quanto aos níveis que se devem atingir para que se obtenha o efeito ideal”, esclarece.

O benefício da vitamina D fica ainda mais nítido, diz Coimbra, se observarmos que os casos de esclerose múltipla são muito mais frequentes nos países nórdicos, como as nações escandinavas e o Canadá, onde a exposição da população aos raios solares é muito baixa. O sol, como se sabe, é a principal fonte de vitamina D com a qual contamos. “A radiação solar da manhã e do final da tarde faz com que o nosso organismo produza vitamina D. Uma pessoa que fique na beira da piscina de sunga, com 90% do corpo exposto ao sol por apenas 10 minutos, produz mais vitamina D do que a contida na dose diária normalmente recomendada pelo médicos. Mas atenção: o mesmo não acontece com o sol do meio-dia, que provoca câncer de pele”, orienta o médico.

A esclerose múltipla, bem como as outras doenças do sistema imunológico, é um mal dos tempos modernos – e isso também tem a ver com o sol. Nossos antepassados sofriam muito menos com isso. “Nossos avós tinham uma vida na lavoura, iam à feira livre fazer compras. Hoje, nós pegamos o metrô, descemos num shopping center, entramos num carro com Insulfim, descemos na garagem de um prédio e subimos de elevador. Como toda doença autoimunitária, a esclerose múltipla aumentou muito nos dias atuais. Nosso nível de exposição solar é hoje quase o mesmo que o dos ratos de laboratório”, adverte Cícero Coimbra.

O especialista da Unifesp salienta que a vitamina D com fins terapêuticos deve ser consumida sob rigorosa orientação médica, pois os níveis necessários para a eficácia do tratamento são muito mais altos do que os que se encontram nos produtos vendidos em farmácias. “Não se consegue administrar doses que tenham efeito terapêutico apenas com os produtos à venda nas drogarias. Para efetuarmos o tratamento, ainda dependemos de formulações feitas em farmácias de manipulação”, sublinha.

Segundo Coimbra, a resistência à adoção definitiva da vitamina D no tratamento de doenças autoimunitárias deve-se ao lobby da indústria farmacêutica, que se sobrepõe aos estudos científicos. “O nosso grande problema é que esse conhecimento, que consta de revistas científicas internacionais, ainda não está incorporado ao armamento terapêutico do médico neurologista comum, que fica atento quase que exclusivamente aos lançamentos dos laboratórios. Mas a verdade é que o tratamento tradicional, basicamente com Interferon, está sendo superado e, na minha ótica, daqui a alguns anos o tratamento de todas as doenças autoimunitárias envolverá a elevação dos níveis de vitamina D ao máximo possível, sem a ocorrência de efeitos colaterais, como muitos casos já demonstram. Trata-se do restabelecimento de um mecanismo que a própria natureza do ser humano criou ao longo da evolução da espécie, justamente com o objetivo de impedir a agressão do organismo pelo sistema imunológico”, desabafa.
Mulheres jovens e estresse

As mulheres adultas jovens são as principais vítimas da esclerose múltipla, doença que decorre da predisposição genética à baixa hidroxilase, isto é, ao baixo índice de transformação da vitamina D inativa em ativa, o que faz com que as células do sistema imunológico ataquem o sistema nervoso central ao invés de agredirem vírus e bactérias. Esses ataques ocorrem de modo intermitente, daí os surtos que caracterizam a doença. A ciência já comprovou que o estresse emocional é o principal fator desencadeador dessas crises. “Em 2002, um estudo muito ilustrativo, que acompanhou pessoas portadoras de doenças autoimunitárias, verificou que 85% dos surtos estavam associados a eventos estressantes. Em média, esses eventos haviam ocorrido 14 dias antes da exacerbação dos sintomas da doença, ou seja, antes de um novo ataque do sistema imunológico”, relata Cícero Coimbra.

No passado, como os sintomas são variados e acometem diversas áreas do corpo, os portadores de esclerose múltipla eram confundidos com indivíduos em crise de histeria. “É a multiplicidade de lesões no sistema nervoso que caracteriza a doença, daí o termo ‘múltipla’”, diz o neurologista. “Na esclerose múltipla, o neurologista não consegue explicar todos os sintomas por meio de uma única lesão no sistema nervoso. Por isso, o que leva ao diagnóstico são sintomas que só são explicados por lesões em diferentes áreas do sistema nervoso, como na medula espinhal e no nervo ótico”. O diagnóstico da doença só se fecha após a combinação dos resultados de exames de ressonância magnética, do líquor encéfalorraquidiano e de análise das manifestações clínicas.

O acumulo de sequelas deixadas por cada um dos surtos é o que agrava o quadro do paciente. “Com o aumento da frequência dos surtos a pessoa vai adquirindo sequelas cumulativas que comprometem sua capacidade de andar, de falar. Ela pode evoluir para uma situação de dependência de uma cadeira de rodas e até ficar completamente cega”, ressalta Coimbra. E vai além: “Se não se corrigirem os níveis de vitamina D, a tendência é que, mesmo com o uso de Interferon, a pessoa vá acumulando surtos cada vez mais frequentes e sequelas. Com o tempo, perde-se o controle da bexiga, o que provoca infecções urinárias – e infecções também fazem com que ocorram novos surtos. A partir de então, o doente passa a ficar permanentemente acamado, situação que favorece problemas como broncopneumonia e outros”.

O avanço definitivo no tratamento da esclerose múltipla, aposta o neurologista Cícero Galli Coimbra, ainda deve tardar alguns anos, mas com certeza virá quando forem ultrapassadas as barreiras que impedem a disseminação do uso da vitamina D. “Podemos até esperar algumas décadas, mas com certeza isso irá ocorrer”, acredita. E faz um alerta muito sério: “Cuidado com certos remédios que vêm sendo lançados no mercado, os chamados agentes biológicos para tratamento de doenças autoimunitárias, que são anticorpos produzidos em outros animais. Trata-se de drogas caríssimas e que colocam em risco a vida da pessoa, pois podem provocar um choque anafilático, ou então o efeito depressor do sistema imunológico, de tão acentuado, pode causar uma infecção grave por um germe oportunista”.

Referências:

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

http://saudeblog.wordpress.com/




sábado, 7 de agosto de 2010

Nova técnica para a cirurgia de coluna oferece menos riscos

A diferença começa pelo tamanho do corte. São cerca de seis milímetros, enquanto, no método tradicional, seriam de dois a cinco centímetros. O paciente, no dia seguinte, já está em casa, andando e sem dor.

Uma nova técnica para a cirurgia de coluna oferece menos risco e uma recuperação mais rápida para o paciente. O tratamento apresentado num congresso, em São Paulo, pode baratear a os custos da operação.

A Endoscopia da Coluna Vertebral é uma cirurgia recente para tratar hérnias de disco. Apesar de ainda ser pouco conhecida, os resultados impressionam, até mesmo os médicos. Através de um aparelho de endoscopia, semelhante ao que se usa no exame para o estômago, o cirurgião consegue retirar a hérnia que está comprimindo o nervo e causando dor.

A nova cirurgia minimamente invasiva, que assusta bem menos. A diferença da nova técnica começa pelo tamanho do corte. São cerca de seis milímetros, enquanto, no método tradicional, seriam de dois a cinco centímetros.

O acesso à coluna do paciente é feito por um pequeno tubo (endoscópio). Por ele passam a câmera, que vai guiar o médico, e os instrumentos cirúrgicos.

Uma pinça é usada para retirar o tecido que está pressionando o nervo e causando dor. Na sala de cirurgia, o paciente é o centro das atenções, mas os olhos do médico não estão voltados para ele.

“Acaba olhando pra tela e vendo seus movimentos como se você tivesse jogando um videogame, coisas da nova geração mesmo”, disse o neurocirurgião Marcelo Perocco.

A grande vantagem dessa cirurgia é que ela é menos invasiva. O paciente toma anestesia local e geralmente, no dia seguinte, já está em casa, andando e sem dor. Com a técnica convencional, ele ficaria de três a quatro dias internado.

“Rápido retorno à atividade normal, então existe um grande beneficio não só pro paciente, mas pro social”, disse Pil Sun Chui, presidente do congresso.

Reunidos num simpósio em São Paulo, médicos acompanharam ao vivo a cirurgia para aprender e aprimorar a técnica. “A nossa briga é pra levar isso pra rede pública o quanto antes pra beneficiar o maior numero de pacientes, de cidadãos”, espera o ortopedista Wilson Dratcu.

Esta técnica inovadora já vem sendo utilizada pelo Neurocirurgião Dr. Alexandre Amaral, Diretor Médico do Centro Multidisciplinar da Dor (www.centrodador.com.br) e responsável pelo Ambulatório de Neurocirurgia Funcional e Dor do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Ele comenta sobre as vantagens desta cirurgia: “É um procedimento minimamente invasivo. É feita com anestesia local e o paciente fica acordado o tempo todo. Os riscos são muito menores, tem um baixo custo e a recuperação é muito mais rápida. Porém esta cirurgia não cura o paciente, ou seja, precisam ser identificados os fatores que levaram ao surgimento da hérnia e tentar corrigi-los”, ressalta.

Dr. Alexandre acredita que esta cirurgia não vem para substituir os outros tipos de cirurgia de coluna e, na dor crônica, não irá curar o paciente. Para conseguir o melhor resultado em todos os aspectos, o Dr. Alexandre apenas realiza esta cirurgia se o paciente se comprometer a realizar um programa multidisciplinar de reabilitação, que hoje é o mais indicado para tratar a dor.

Dr. Pablo Valverde aponta a necessidade de um programa de reabilitação e prevenção, que envolve a quiropraxia, fisioterapia, acupuntura e saúde mental, o paciente deve receber orientações de prevenção, hábitos diários e como lidar com a dor incapacitante, além de exercícios e orientações para suas atividades, principalmente aquelas que podem aumentar o risco de hérnias de disco.


Referências:


Dores crônicas – O blog da dor crônica – Cirurgia de Endoscopia da Coluna para tratar hérnia de disco postado em 23, julho, 2010
http://dorescronicas.com.br/cirurgia-de-endoscopia-da-coluna-para-tratar-hernias-de disco/

Entrevista recente no Jornal Nacional.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/nova-tecnica-para-cirurgia-de-coluna-oferece-menos-risco.html



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nova microcirurgia à base de injeção de água trata hérnia de disco

JULLIANE SILVEIRA
DE SÃO PAULO

Uma nova técnica que utiliza jato d'água em alta velocidade começa a ser usada no Brasil para tratar hérnia de disco contida.

Nesse tipo de hérnia, o núcleo do disco intervertebral está inchado e comprime os nervos da coluna, causando inflamação e dor, mas não há rompimento da membrana(ânulo fibroso).

Para descomprimir os nervos, uma agulha de 2 mm de diâmetro perfura a pele do paciente e chega à inflamação. A água entra no disco a 960 km/h e fragmenta seu núcleo. Em seguida, parte do conteúdo é aspirado, o disco murcha e a pressão sobre os nervos é reduzida.

O procedimento, desenvolvido nos EUA, será apresentado nesta semana no Congresso de Cirurgia e Técnicas Minimamente Invasivas da Coluna Vertebral, que ocorre em São Paulo.

Estudos no exterior já mostraram que a técnica apresenta resultados semelhantes aos da cirurgia tradicional (chamado de microdiscectomia), que precisa de um corte de cerca de 3 cm para tratar a hérnia.

Por aqui, pesquisadores do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo (IOTHC) realizam uma pesquisa para comparar o procedimento convencional com a técnica à base de água, conhecida como hidrodiscectomia.

Será avaliada a recuperação de 40 pacientes 20 -metade será submetida à operação com água. Resultados preliminares de 16 pacientes mostram que a recuperação do doente (redução de dor e retorno às atividades do dia a dia) são semelhantes.

"Já com relação à cirurgia, como sangramento e tempo de internação, a hidrodiscectomia é melhor", diz o ortopedista Raphael Martus Marcon, do instituto do HC.

Com o jato d'água, o paciente recebe anestesia local e recebe alta no mesmo dia. A técnica convencional exige anestesia geral e ao menos um dia de internação.

CUSTO ALTO

No entanto, a nova técnica esbarra no alto preço do instrumento, patenteado por uma empresa norte-americana.

A agulha é descartável e custa cerca de R$ 18 mil.

"Mas a redução de gastos paralelos com internação, por exemplo, pode tornar a técnica vantajosa quando se popularizar", pondera o ortopedista Dr. Wilson Dratcu, do Hospital Abreu Sodré.

Os custos de material para uma fusão das vértebras -outra opção para tratar esse e outros tipos de hérnia- podem chegar a R$ 30 mil, compara Dr. Dratcu.

"A técnica não é acessível à maioria. Algumas operadoras de seguro ainda não a autorizam como ocorre com toda nova tecnologia", diz o ortopedista Dr. Pil Sun Choi, presidente do congresso.

Além do HC de São Paulo, o Hospital Abreu Sodré, vinculado à AACD, oferece o procedimento e tem bons resultados preliminares.

As cirurgias são indicadas para quem não responde aos tratamentos como fisioterapia, acupuntura, quiropraxia e remédios, o que equivale de 5% a 8% dos que têm hérnia de disco.


Editoria de Arte/Folhapress
 
Publicado na Folha.com em 20/07/2010 - 12h07


Acesse o link:

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/769612-nova-microcirurgia-a-base-de-injecao-de-agua-trata-hernia-de-disco.shtml

domingo, 1 de agosto de 2010

QUIROPRAXIA PARA JOGADORES DE TÊNIS


Foto: http://www.nadalvsfederer.com/

Pablo Blass Valverde-quiropraxista

Tênis é um jogo muito exigente, que envolve a grande maioria dos músculos do corpo humano. Você precisa correr e parar bruscamente, torcer e girar o corpo rapidamente. É preciso ter os músculos dos ombros e braço fortes. Como também ter uma boa visão e coordenação. A mais de 200 km por hora é velocidade que a bola sai da raquete de tênis dos jogadores - Muito poucos chegam a atingir esta velocidade, mas, no entanto, indica que o jogo não é apenas um processo lento e social como um passa tempo. Lá fora é uma guerra, e é melhor você estar pronto para ela!


Dicas Básicas:

1. Escolha uma raquete relativamente leve e que tenha o “grip” (cabo da raquete) do tamanho correto para a sua mão;

2. Certifique-se que os Tênis ofereçam uma boa sustentação e proteção para os tornozelos e que tenha um formato antipronação (com elevação da parte interna do pé) fabricado para evitar quedas e com um reforço na ponta;

3. As roupas devem ser leves e confortáveis. Mas não com trajes de banho;

4. Concentre-se no jogo, mas não se permita ficar tenso ou se preocupar demais com isso. Afinal, é apenas um jogo!

5. Se você está jogando em um nível muito inferior ao seu adversário que seria melhor lançar-se em um nível mais baixo até o seu jogo melhorar.

6. Ter aulas com um treinador profissional de tênis é a atitude mais importante para evitar e corrigir movimentos errados e falhas técnicas que futuramente poderão levar a lesões em ombro, cotovelo, punho e mão isso com certeza farão o seu jogo melhorar drasticamente.

7. Associe se a um clube de Tênis ou forme um grupo para praticar. Sinta-se confortável com eles e tenha certeza que você está se divertindo. Não faça da prática do esporte uma alavanca social ou profissional. A vida já é suficientemente estressante e movida por interesse.

8. Consulte o seu quiropraxista regularmente. Comente com ele que você pratica tênis, quantas vezes por semana e em sua consulta serão abordados pontos e necessidades específicas. As áreas importantes do corpo que necessitam maior atenção incluem a os cotovelos, punhos, mãos, joelhos e tornozelos e por último, mas não menos importante parte superior das costas e ombros, as escapula e clavículas, coluna cervical (pescoço).

9. Verificar a presença de dor tensão e aderências nos músculos para evitar o desenvolvimento de tendinites principalmente dos músculos extensores cotovelo e antebraço.

10. Não utilize antivibradores entre as cordas da sua raquete. Hoje em dia as raquetes já são projetadas para evitar esse incômodo. Essa prática leva a vibração diretamente para a sua mão, punho e cotovelo predispondo a lesão muscular, articular e ligamentar.

Procure o seu quiropraxista se você tem dor e verificar se a sua técnica está causando problemas. Assim você pode ver que o seu quiropraxista será capaz de orientá-lo para que seu jogo de tênis não esteja prejudicado pela presença de Subluxações ou articulações fixadas, e assim você será capaz de desfrutar do seu jogo sabendo que você está praticando exercícios com o seu potencial máximo.

terça-feira, 20 de julho de 2010

A limpeza do seu consultório ?















Como muitos profissionais de saúde e bem-estar, eu não acredito na teoria tradicional do "germe". Claro que eu sei que existem “germes”, mas eu não acho que eles sejam a única e exclusiva "causa" de doenças. A verdadeira causa é a incapacidade do corpo humano em lidar contra as infecções por micro-organismos patogênicos e seus efeitos. Afinal, se os “germes” forem a causa real da doença, todos os que entraram em contato com eles estariam mal - isto é, todos nós!
Dito isto, a maioria das pessoas que vemos em nossos consultórios têm o sistema imunológico comprometido, em algum grau. A existência de Complexos de subluxação vertebral, uma dieta Inadequada, a falta de exercício, o uso excessivo de antibióticos, e até mesmo outros fatores emocionais como o estresse, podem enfraquecer o sistema imunológico ao ponto de que o corpo fique mais vulnerável ao impacto das bactérias e vírus.

É por isso que os procedimentos de controle adequado da infecção são fundamentais em qualquer consultório e/ou clínica de saúde e bem-estar. Infelizmente, esse princípio básico da higiene é muitas vezes negligenciado em ambientes de saúde. De fato, um relatório publicado em 09 de junho 2007 do JAMA concluiu que tais lapsos eram comuns em muitos dos 70 centros cirúrgicos e ambulatórios estudados. Estes centros estão tornando-se rapidamente o principal mecanismo para uma ampla variedade de procedimentos médicos e cirúrgicos que não necessitem de internação. Em 2007, essas instalações realizavam mais de 6.000 mil procedimentos, incluindo endoscopia, aplicação de injeções para dor e procedimentos odontológicos.
O problema é que muitas vezes esses lugares criam ambientes favoráveis para a reprodução de micro-organismos onde os profissionais de saúde e administração não aderem a procedimentos básicos de controle de infecção, tais como lavar as mãos corretamente.
Drª. Melissa K. Schaefer, MD, do “Centers for Disease Control and Prevention”, Atlanta, e colegas conduziram uma pesquisa para avaliar os procedimentos em cinco categorias diferentes: a higiene das mãos, aplicação de injeção e manipulação de medicamentos, o reprocessamento de equipamentos, limpeza do ambiente de trabalho e manipulação de sangue como o equipamento de verificação da glicemia.
Mais de metade dos estabelecimentos (67,6%) dos estudados apresentaram pelo menos um lapso no controle de infecção observado por inspetores e 17,6% das instalações tinham alguns lapsos identificados em três ou mais categorias.
Quase uma em cinco instalações (19,4%) não aplica corretamente "a higiene das mãos" (um eufemismo para lavar as mãos!) Ou utilizar o equipamento de proteção individual adequado, como luvas. Mais de um quarto deles (28,4%) tinham deficiências relacionadas às práticas de aplicação de injeção ou a manipulação de medicamentos, principalmente através do uso de frascos de dose única para mais de um paciente.
Outras 28,4% dessas instalações não aderem às práticas recomendadas sobre o reprocessamento de material cirúrgico e 18,8% não limpam corretamente as superfícies de toque de alta rotatividade nas áreas de assistência ao paciente.
Felizmente, nos quiropraxistas não precisamos nos preocupar com os procedimentos de alto risco que envolve injeções e medicamentos, mas as macas, o ambiente de trabalho e outras superfícies de toque de alta rotatividade,devem ser mantidos limpos e desinfetados diariamente.
As recomendações dadas por pesquisadores da Parker Chiropractic College - publicado em Quiropraxia e Osteopatia em 2007 - são excelentes. Eles afirmaram: "micróbios patogênicos” podem estar presentes nas macas de tratamento quiroprático e pode ser efetivamente eliminados com desinfecção adequada. A lavagem das mãos / desinfecção é uma medida importante no controle de infecções rotina de desinfecção. Mudanças comportamentais rudimentares para melhorar o controle de infecção em clínicas de quiropraxia são necessárias. modelos mais abrangentes comportamentais e administrativos são necessárias. Todas as clínicas e consultórios particulares de quiropraxia devem adotar práticas de controle de infecção, incluindo na rotina de desinfecção a higienização de mãos, limpeza diária, desinfecção de macas e aparelhos. Medidas eficazes podem ser implementadas a custos mínimos.

Referencia: : JAMA. 2010;303[22]:2273-2279 — Abstract

“Assessment and risk reduction of infectious pathogens on chiropractic treatment tables,” Chiropractic & Osteopathy 2007